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	<title>Escola de Pais</title>
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	<description>Colégio Anglo Cassiano Ricardo</description>
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		<title>Tocador de MP3 põe em risco audição de adolescentes</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 19:07:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um em cada quatro adolescentes corre o risco de sofrer perda auditiva precoce como consequência do uso de tocadores de MP3. É o que mostra um estudo da Universidade Tel Aviv e publicado na revista científica International Journal of Audiology. Os cientistas israelenses estudaram os hábitos de consumo de música de jovens e mediram os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um em cada quatro adolescentes corre o risco de sofrer perda auditiva precoce como consequência do uso de tocadores de MP3. É o que mostra um estudo da Universidade Tel Aviv e publicado na revista científica International Journal of Audiology.</p>
<p>Os cientistas israelenses estudaram os hábitos de consumo de música de jovens e mediram os níveis de volume utilizados. Os resultados demonstraram que iPods e outros dispositivos de MP3 podem ter efeitos nocivos no longo prazo.</p>
<p>“Em 10 ou 20 anos será muito tarde. Perceberemos que uma geração inteira de pessoas jovens está sofrendo de problemas auditivos muito mais cedo que o esperado pelo envelhecimento natural”, afirma Chava Muchnik, coordenadora do estudo. Ela prevê que aos 30 ou 40 anos já será possível diagnosticar a perda auditiva, ou seja, em uma faixa etária bem mais precoce que nas gerações anteriores.</p>
<p>A primeira fase do estudo incluiu 289 participantes com idades entre 13 e 17 anos. Eles falaram sobre o volume e a duração do uso dos aparelhos. Na segunda fase, foram realizados exames auditivos em 74 desses jovens.<br />
Segundo Muchnik, os resultados são preocupantes. Cerca de 80% dos jovens usam tocadores de MP3 regularmente. Por volta de 20%, utiliza o aparelho por mais de uma hora e menos de quatro. E 8% dos adolescentes ultrapassam o limite das quatro horas.</p>
<p>Para os pesquisadores, seria necessário adotar limites de segurança mais estritos para os aparelhos. O limite europeu &#8211; de 100 decibéis &#8211; é considerado bom, mas aparelhos presentes no mercado chegam a 129 decibéis.<br />
Os cientistas também consideram oportunos programas educativos nas escolas para informar crianças e famílias dos riscos associados ao volume elevado.<br />
Os especialistas também propõem o uso de fones de ouvido que ficam sobre a orelha em vez de fones mais invasivos que praticamente entram no início do canal auditivo.</p>
<p>Fonte: Estadão.com.br/Saúde<br />
<a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vida,tocador-de-mp3-poe-em-risco-audicao-de-adolescentes,tocador-de-mp3-poe-em-risco-audicao-de-adolescentes,816766,0.htm">http://www.estadao.com.br/noticias/vida,tocador-de-mp3-poe-em-risco-audicao-de-adolescentes,tocador-de-mp3-poe-em-risco-audicao-de-adolescentes,816766,0.htm</a></p>
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		<title>Pais, filhos e &#8220;amigos virtuais&#8221; dos filhos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 19:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sempre foi, é e deverá ser uma preocupação educativa dos pais saberem com quem andam os seus filhos. Não tem como os pais tentarem terceirizar a educação dos filhos, pois educação é algo maior do que simplesmente amar de paixão, orientar, prover, agradar, ser amigo, perdoar, cuidar, ensinar, divertir, rezar, garantir a segurança, responsabilizar-se por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre foi, é e deverá ser uma preocupação educativa dos pais saberem com quem andam os seus filhos.</p>
<p>Não tem como os pais tentarem terceirizar a educação dos filhos, pois educação é algo maior do que simplesmente amar de paixão, orientar, prover, agradar, ser amigo, perdoar, cuidar, ensinar, divertir, rezar, garantir a segurança, responsabilizar-se por eles. Educar é preparar hoje o cidadão do futuro.</p>
<p>Atualmente não é raro encontrar pais que delegam à escola a educação dos seus filhos.  Quando um aluno “apronta” e a escola convoca seus pais para uma reunião, estes geralmente atribuem a responsabilidade à escola e cobram dela medidas educativas.</p>
<p>Pela Teoria Psicodramática, criada por Jacob Levi Moreno (1889-1974), os papéis são complementares ( pai/filho &#8211; mãe/filho &#8211; psiquiatra/paciente &#8211; motorista/passageiro -  professor/aluno &#8211; avô/neto &#8211; avó/neto &#8211; patrão/empregado &#8211; chefe/subordinado &#8211; tio/sobrinho) ou idênticos ( amigo/amigo &#8211; colega/colega &#8211; irmão/irmão).</p>
<p>A única complementação biológica correta é a complementação pais-filho(s) e não professor/filho (mesmo que seja filho do professor, o papel complementar em ação é o professor/aluno)  É esta complementação que a Lei segue e se não houver pai ou mãe, a Lei determina um adulto ou instituição que possa se responsabilizar por ele, enquanto for considerado menor ou incapaz.</p>
<p>Para corroborar este fato vem a realidade mostrando que quando um jovem por qualquer motivo vai à delegacia, ou pronto-socorro, ou necrotério, nenhum professor, nem diretor, nem motorista jamais foi ou é chamado. Os chamados são sempre os pais. &#8230;e mais, filhos são para sempre enquanto para a escola o aluno é um transeunte curricular.</p>
<p>Portanto, não há saídas. A educação na formação de valores cidadãos é da responsabilidade dos pais. Os pais têm de controlar tudo o que os filhos recebem, seja o que for: alimentos, conhecimentos, pessoas à sua volta etc. Quanto mais vulneráveis, mais os filhos devem ser controlados. Quanto mais responsáveis, maiores autonomias terão.  Não se entrega a direção de um carro pelo simples desejo de um filho querer dirigir. Assim também os pais têm que saber com quem seus filhos estão se relacionando &#8211; presencial ou virtualmente. Muitos pais fornecem Internet para seus filhos e autorizam-nos a usá-la livremente. Assim, os filhos recebem, na intimidade da sua casa, pessoas estranhas que se fazem conhecidas virtuais na intimidade de suas famílias. Não raro, estes estranhos ganham mais força que os seus próprios pais e pedem sigilo para suas ações nem sempre boas, ou melhor, geralmente, malévolas, pois para as boas não necessitariam de alianças sigilosas. É assim que pedófilos conseguem seduzir crianças que se escondem dos seus próprios pais. Eles se mostram muito mais agradáveis, afetivos, interessados, generosos, dedicados do que os adultos que têm em casa&#8230;</p>
<p>Não confundir negligência dos pais com o respeito à individualidade do filho.  Soltar um incapaz no mundo virtual é o mesmo do que soltar uma criança sozinha numa feira livre, num festival musical, num circo em dia de apresentação&#8230;</p>
<p>Ser pai amigo é negligenciar a educação, negar ser guia, mentor e responsável pelo filho, pois não há complementaridade saudável no relacionamento amigo/filho nem pai(mãe)/amigo e se amigo tem amigo, filho tem que ter pai (mãe).</p>
<p>Fonte: UOL Educação<br />
<a href="http://educacao.uol.com.br/colunas/icami-tiba/2011/10/18/pais-filhos-e-amigos-virtuais-dos-filhos.htm">http://educacao.uol.com.br/colunas/icami-tiba/2011/10/18/pais-filhos-e-amigos-virtuais-dos-filhos.htm</a></p>
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		<title>USP está entre as 70 instituições com melhor reputação no mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 19:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A USP (Universidade de São Paulo) deu um salto e aparece entre as 70 instituições de ensino superior com melhor reputação no mundo, segundo ranking do THE (Times Higher Education) publicado em Londres. No levantamento do ano passado, a USP não figurava nem entre as cem melhores. Agora, está na faixa entre o 61º e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A USP (Universidade de São Paulo) deu um salto e aparece entre as 70 instituições de ensino superior com melhor reputação no mundo, segundo ranking do THE (Times Higher Education) publicado em Londres.</p>
<p>No levantamento do ano passado, a USP não figurava nem entre as cem melhores. Agora, está na faixa entre o 61º e o 70º lugar. É também a única representante de toda a América Latina na lista.</p>
<p>O THE é um dos mais importantes avaliadores de universidades no mundo.</p>
<p>Para compor seu ranking de reputação, foram ouvidos 17.554 acadêmicos e pesquisadores de 137 países.</p>
<p>Outras instituições no Brasil, como a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), continuam fora da lista das 100 melhores.</p>
<p>Eles puderam indicar até 15 instituições que consideram as melhores do mundo em seus campos de estudo. Harvard foi apontada como a melhor universidade.</p>
<p>A USP aparece em melhor posição no ranking de reputação (subjetivo) que em outro (objetivo) também feito pelo THE.</p>
<p>No ranking geral, que foi divulgado no fim do ano passado e envolve 13 critérios (como relação aluno/professor, quantidade de discentes e docentes estrangeiros, número de trabalhos científicos publicados, dinheiro aplicado em pesquisa etc.), a USP aparece em 178º lugar. A Unicamp, em 286º.</p>
<p>Uma boa reputação, assim como uma boa colocação nos rankings com critérios objetivos, pode facilitar a obtenção de dinheiro para pesquisas, atrair estudantes e também professores e pesquisadores capacitados de outros países.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-273" title="Clique na imagem para ampliar" src="http://www.anglosaojose.com.br/ensinomedio/blog/escoladepais/wp-content/uploads/2012/03/12074800.gif" alt="clique na imagem para ampliar" width="635" height="655" /></p>
<p>Fonte: Folha de São Paulo<br />
<a href="http://folha.com/no1061826" target="_blank">http://folha.com/no1061826</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Para aprender melhor, não troque o lápis pelo teclado</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 18:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Processo de aprendizagem Escrever à mão fortalece o processo de aprendizagem. Quando alguém aprende digitando em um teclado, esse processo pode ser prejudicado. A conclusão é da Dra. Anne Mangen, da Universidade de Stavanger, na Noruega, que decidiu investigar se algo se perde quando estudantes adultos passam do livro para a tela do computador e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Processo de aprendizagem</h3>
<p>Escrever à mão fortalece o processo de aprendizagem. Quando alguém aprende digitando em um teclado, esse processo pode ser prejudicado.</p>
<p>A conclusão é da Dra. Anne Mangen, da Universidade de Stavanger, na Noruega, que decidiu investigar se algo se perde quando estudantes adultos passam do livro para a tela do computador e da caneta para o teclado.</p>
<p>O processo de ler e escrever envolve uma série de sentidos, explica a pesquisadora, que teve a colaboração do neurofisiologista Jean-Luc Velay, da Universidade de Marselha.</p>
<p>Os resultados foram publicados em um artigo no periódico científico <em>Advances in Haptics</em>.</p>
<h3>Importância de escrever à mão</h3>
<p>Ao escrever à mão, o nosso cérebro recebe <em>feedback</em> de nossas ações motoras, juntamente com a sensação de tocar no lápis e no papel. Essas retroalimentações são significativamente diferentes daquelas que recebemos quando digitamos em um teclado.</p>
<p>Um experimento realizado pela equipe de Velay demonstrou que as partes do cérebro ativadas quando lemos as letras que aprendemos pela escrita manual são diferentes daquelas ativadas quando reconhecemos as letras que aprendemos por meio da digitação em um teclado.</p>
<p>Ao escrevermos à mão, os movimentos envolvidos deixam uma memória motora na parte sensório-motora do cérebro, o que nos ajuda a reconhecer as letras.</p>
<p>Isto implica que há uma conexão entre a leitura e a escrita, e sugere que o sistema sensório-motor desempenha um papel no processo de reconhecimento visual durante a leitura.</p>
<p>Como escrever à mão demora mais do que digitar em um teclado, o aspecto temporal também pode influenciar o processo de aprendizagem, afirma a pesquisadora.</p>
<h3>Além da escrita</h3>
<p>Os experimentos conduzidos com adultos, que deveriam aprender um alfabeto desconhecido, mostraram que aqueles que aprenderam escrevendo manualmente saíram-se consistentemente melhor nos testes do que aqueles que aprenderam na tela do computador.</p>
<p>Para a pesquisadora, os ganhos de aprendizado não se referem apenas à escrita em si: &#8220;O componente sensório-motor é parte integrante do treinamento para iniciantes, e em especial para pessoas com dificuldades de aprendizagem. Mas há pouca consciência e compreensão da importância da escrita para o processo global de aprendizagem, além da própria escrita.&#8221;</p>
<p>Ela se refere à investigação pedagógica sobre a escrita, que passou de uma abordagem cognitiva para um foco nas relações contextuais, sociais e culturais. Na sua opinião, um foco unilateral sobre o contexto pode levar à negligência das conexões individuais, sensório-motoras, fisiológicas e fenomenológicas.</p>
<p>Fonte: Diário da Saúde</p>
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		<title>Escrever à mão melhora o processo de aprendizagem, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 18:48:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; Escrever à mão fortalece o processo de aprendizagem, segundo estudo da Universidade de Stavanger, na Noruega. Ao digitar em frente a um computador, esse processo pode ser prejudicado, aponta a professora adjunta Anne Mangen, do Centro de Leitura. Ela avaliou o que pode ser perdido quando se troca um livro por uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; Escrever à mão fortalece o processo de aprendizagem, segundo estudo da Universidade de Stavanger, na Noruega. Ao digitar em frente a um computador, esse processo pode ser prejudicado, aponta a professora adjunta Anne Mangen, do Centro de Leitura. Ela avaliou o que pode ser perdido quando se troca um livro por uma tela e uma caneta por um teclado.</p>
<p>O processo de leitura e escrita envolve uma série de sentidos, explica Anne. Ao escrever à mão, nosso cérebro recebe um feedback de nossas ações motoras, juntamente com a sensação de tocar em um lápis e papel. Esse tipo de resposta é significativamente diferente daquele que recebemos quando tocamos e digitamos em um teclado.</p>
<p>Juntamente com o neurofisiologista Jean-Luc Velay, da Universidade de Marselha, França, Anne escreveu um artigo publicado no periódico <em>Advances in Haptics</em>. Eles examinaram uma pesquisa que confirma a importância dessas diferenças.</p>
<p>Um experimento realizado pela equipe de Velay estabelece que diferentes partes do cérebro são ativadas quando lemos as letras pela escrita daquelas estimuladas quando reconhecemos as letras por meio da digitação em um teclado. Ao escrever à mão, os movimentos envolvidos deixam uma memória motora na parte sensório-motora do cérebro, o que nos ajuda a identificar as letras. Isso implica uma conexão entre a leitura e a escrita, e sugere que o sistema sensório-motor desempenha um papel no processo de reconhecimento visual durante a leitura, explica Anne.</p>
<p>Outros experimentos indicam que a Área de Broca (parte do cérebro responsável pelo processamento da linguagem, produção da fala e compreensão) é perceptivelmente mais ativada quando lemos um verbo que está ligado a uma atividade física, em comparação com a leitura de um verbo abstrato ou de um verbo que não está associado a nenhuma ação.</p>
<p>&#8220;Isso também acontece quando você observa alguém fazendo alguma coisa. Você não precisa fazer nada. A audição ou visão de uma atividade é muitas vezes suficiente. Pode até ser bastante para observar uma ferramenta conhecida e associá-la a uma atividade física&#8221;, diz a pesquisadora.</p>
<p>&#8220;Pelo fato de a escrita à mão demorar mais que digitar em um teclado, o aspecto temporal também pode influenciar no processo de aprendizagem&#8221;, acrescenta.</p>
<p>O termo &#8220;háptico&#8221; &#8211; do periódico &#8211; refere-se ao tato e à maneira de nos comunicarmos por meio do toque, principalmente usando os dedos e as mãos para explorar nosso entorno. A palavra inclui tanto nossas percepções quando nos relacionamos passivamente com o mundo quanto quando nos movemos e agimos.</p>
<p>Anne cita um experimento que envolveu dois grupos de adultos, no qual os participantes receberam a tarefa de aprender a escrever em um alfabeto desconhecido, composto por cerca de vinte letras. Um dos grupos foi ensinado a escrever à mão, enquanto o outro usava um teclado. Depois de semanas, a lembrança dos voluntários sobre essas letras e a agilidade deles para distinguir as letras normais das invertidas foram testadas.</p>
<p>Aqueles que haviam aprendido as letras pela escrita tiveram melhor proveito em todos os testes. Além disso, exames de ressonância magnética indicaram uma ativação da Área de Broca nesse grupo. Entre aqueles que tinham aprendido pela digitação, houve ativação de poucas partes dessa área ou nenhuma.</p>
<p>&#8220;O componente sensório-motor é parte integrante da formação de iniciantes, e em especial de pessoas com dificuldades de aprendizagem. Mas ainda há pouca consciência e compreensão da importância da escrita para esse processo&#8221;, diz Anne.</p>
<p>&#8220;Nossos corpos são projetados para interagir com o mundo que nos rodeia. Somos seres vivos, voltados para o uso de objetos físicos &#8211; sejam eles um livro, um teclado ou uma caneta &#8211; a fim de executar determinadas tarefas&#8221;, completa.</p>
<p>Fonte: Estadão.com.br<br />
<a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vida,escrever-a-mao-melhora-o-processo-de-aprendizagem-aponta-estudo,668363,0.htm">http://www.estadao.com.br/noticias/vida,escrever-a-mao-melhora-o-processo-de-aprendizagem-aponta-estudo,668363,0.htm</a></p>
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		<title>QI pode aumentar ou diminuir durante a adolescência, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 16:10:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O QI (Quociente de Inteligência) pode aumentar ou diminuir significativamente ao longo da adolescência, segundo um estudo publicado pela revista científica &#8220;Nature&#8221; na quarta-feira. O QI é uma medição padronizada da habilidade cognitiva humana. Até agora se pensava que era uma capacidade estável, mas o novo estudo demonstra que existe a possibilidade de ocorrer uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O QI (Quociente de Inteligência) pode aumentar ou diminuir significativamente ao longo da adolescência, segundo um estudo publicado pela revista científica &#8220;Nature&#8221; na quarta-feira.</p>
<p>O QI é uma medição padronizada da habilidade cognitiva humana. Até agora se pensava que era uma capacidade estável, mas o novo estudo demonstra que existe a possibilidade de ocorrer uma variação considerável do QI.</p>
<p>A professora Cathy Price e sua equipe do University College de Londres fizeram uma avaliação com 33 adolescentes saudáveis em 2004, com idades entre 12 e 16 anos, e repetiu as provas quatro anos mais tarde.</p>
<p>Nos dois casos, os adolescentes foram avaliados por meio de testes e ressonâncias cerebrais. O estudo constatou que, entre 2004 e 2008, o QI tinha aumentado ou diminuído de maneira significativa em alguns deles.</p>
<p>Alguns jovens melhoraram sua atuação em até 20 pontos na escala padrão de medição da inteligência e, em outros, no entanto, tinha diminuído na mesma proporção.</p>
<p>O estudo calculou o QI verbal de cada um dos adolescentes, que incluía medição da linguagem, aritmética, conhecimento geral e de memória, e também sua inteligência não verbal &#8211;mediante a identificação de elementos desaparecidos em uma imagem ou a resolução de um quebra-cabeça visual, entre outras provas.</p>
<p>Além disso, os pesquisadores analisaram as ressonâncias magnéticas realizadas para ver se também houve mudanças significativas no cérebro, e concluíram que a relação era clara.</p>
<p>Um aumento da inteligência verbal estaria relacionado com o aumento da massa cinzenta em uma área do hemisfério cerebral dominante, que é ativada com a linguagem articulada.</p>
<p>Já uma maior capacidade não verbal se relaciona a um aumento da densidade da massa cinzenta no interior do cerebelo, que está associado ao movimento das mãos.</p>
<p>Os pesquisadores também concluíram que um aumento da inteligência verbal não se corresponde com o da não verbal.</p>
<p>De acordo com a professora Price, não está claro por que o QI aumenta ou diminui tanto em algumas pessoas e, embora possa depender de uma capacidade tardia ou precoce de aprendizagem, não se descarta que a educação do adolescente tenha um papel determinante.</p>
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		<title>As revelações sobre o cérebro adolescente</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 17:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que faz uma garota de 14 anos passar o dia inteiro emudecida, trancada no quarto? Ou ir do riso à fúria em menos de um segundo? Pode ser realmente difícil entender a cabeça de um adolescente. Para ajudar nesta tarefa, a ciência está empreendendo um esforço fantástico. Nos Estados Unidos, ele está sendo capitaneado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que faz uma garota de 14 anos passar o dia inteiro emudecida, trancada no  quarto? Ou ir do riso à fúria em menos de um segundo? Pode ser realmente difícil  entender a cabeça de um adolescente. Para ajudar nesta tarefa, a ciência está  empreendendo um esforço fantástico. Nos Estados Unidos, ele está sendo  capitaneado pelo Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos (NIMH). O  órgão – um dos mais respeitados do mundo – está patrocinando uma linha de  estudos focada na busca de informações para compreender o que está por trás das  oscilações de humor e comportamentos de risco que marcam a adolescência. E as  informações trazidas pelos estudos realizados até agora estão construindo uma  nova visão da metamorfose sofrida pelos jovens. “O cérebro do adolescente não é  um rascunho de um cérebro adulto. Ele foi primorosamente forjado por nossa  história evolutiva para ter características diferenciadas do cérebro de crianças  e de adultos”, disse à ISTOÉ o neurocientista americano Jay Giedd, pesquisador  do NIMH e um pioneiro na investigação do cérebro adolescente.</p>
<p>Giedd e  seus colegas estão redefinindo os conceitos da medicina sobre essa fase da  vida. Para eles, os tropeços da adolescência são sinais de que o cérebro jovem  está procurando se adaptar ao ambiente. Nos primeiros 13 anos de pesquisa, os  cientistas estudaram mudanças cerebrais ocorridas do nascimento até a velhice,  na saúde e na doença. Descobriram que a adolescência é marcada por um aumento  das conexões entre diferentes partes do cérebro. É um processo de integração que  continuará por toda a vida, melhorando o trabalho conjunto entre as partes.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9235743535101549.jpg"><img title="Revista ISTOÉ" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9235743535101549.jpg" alt="Revista ISTOÉ" width="550" height="354" /></a><p class="wp-caption-text">Revista ISTOÉ</p></div>
<p>As pesquisas revelaram ainda que, nessa etapa, dá-se o fortalecimento e  amadurecimento de algumas redes de neurônios (as células nervosas que trocam  informações entre si) e o abandono de outras, menos usadas. Os estudos mostraram  também que a onda de maturidade se inicia nas partes mais profundas e antigas,  próximas do tronco cerebral, como os centros da linguagem, e naquelas ligadas ao  processamento de emoções como o medo. Depois, essa onda vai subindo rumo às  áreas mais recentes do cérebro, ligadas ao pensamento complexo e à tomada de  decisões. Entre elas estão o córtex pré-frontal, o sulco temporal superior e o  córtex parietal superior, envolvidos na integração de informações enviadas por  outras estruturas do órgão. Essa evolução explica, em parte, por que nesse  período da vida a impulsividade e os sentimentos mais viscerais são manifestados  com tanta facilidade, sem passar pelo filtro da razão.<br />
Na tentativa de  elucidar por que os jovens atravessam o período de crescimento como se  estivessem em uma montanha-russa, um dos aspectos mais estudados é a tendência  de se expor a riscos. No começo da empreitada científica para decifrar os  segredos do cérebro adolescente, acreditava-se que a falta de noção do perigo  iminente estivesse associada à falta de amadurecimento do córtex pré-frontal,  área ligada à avaliação dos riscos que só atinge o desenvolvimento pleno por  volta dos 20 anos. O avanço das pesquisas, porém, está demonstrando que por  volta dos 15 anos os jovens conseguem perceber o risco da mesma forma e com a  mesma precisão que um adulto.</p>
<p>Se sabem o que está acon­tecendo, por que  os jovens se colocam em situações ameaçadoras? Embora as habilidades básicas  necessárias para perceber os riscos estejam ativas, a capacidade de regular o  comportamento de forma consistente com essas percepções não está totalmente  madura. “Na adolescência, os indivíduos dão mais atenção para as recompensas em  potencial vindas de uma escolha arriscada do que para os custos dessa decisão”,  disse à ISTOÉ Laurence Steinberg, professor de psicologia da Universidade  Temple, especializado em desenvolvimento adolescente e autor de “Os Dez  Princípios Básicos para Educar seus Filhos”. Steinberg é um dos mais destacados  estudiosos da adolescência na atualidade.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9235706042973946.jpg"><img title="Revista ISTOÉ" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9235706042973946.jpg" alt="Revista ISTOÉ" width="500" height="438" /></a><p class="wp-caption-text">Revista ISTOÉ</p></div>
<p>A afirmação do pesquisador está sustentada em exames de imagem que assinalam, no  cérebro adolescente, uma intensa atividade em áreas ligadas à recompensa. Por  recompensa, entenda-se a sensação prazerosa que invade o corpo e a mente após  uma vitória, como ganhar no jogo ou ser reconhecido como o melhor pelo grupo.  Esse processo coincide com alterações das quantidades de dopamina, um  neurotransmissor (substância que faz a troca de mensagens entre os neurônios)  muito importante na experiência do prazer ou recompensa. “Isso parece afetar o  processo de antecipação do prêmio, de tal forma que os adolescentes se sentem  mais animados do que os adultos quando percebem a possibilidade do ganho”, diz o  psicólogo americano.<br />
Ele também foi buscar na teoria da evolução a  justificativa para o mecanismo cerebral que premia os jovens com sensações  agradáveis por se arriscarem. “No passado, levavam vantagem sobre outros da  espécie aqueles que se deslocavam e assumiam riscos em busca de um lugar com  mais alimento”, pontua. “A busca por novidade e fortes emoções representaria, à  luz da teoria da evolução, um sinal da capacidade de adaptação dos seres humanos  a novos ambientes.” Nosso cérebro teria aprendido esse caminho e estaria  reproduzindo-o até hoje. Descobertas ainda mais recentes mostram que a  recompensa mexe profundamente com o cérebro. “Todas as áreas do cérebro são  afetadas quando uma atitude é recompensada ou penalizada socialmente”, disse à  ISTOÉ Timothy Vickery, um dos autores de um trabalho recente publicado na  revista “Neuron”.</p>
<p>Paralelamente à configuração cerebral, existem as  contribuições do mundo contemporâneo para a tendência ao prazer imediato.  “Talvez as dificuldades da vida futura e do mercado de trabalho, por exemplo,  levem o jovem a uma situação de viver o prazer imediato. Daí a busca pela  bebida, pela droga, pelo sexo e tudo o mais no sentido de se aproveitar a vida”,  diz o hebiatra (médico especializado em adolescentes) Paulo César Pinho Ribeiro,  da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. De fato, por volta dos 15  anos, dá-se o pico da busca por emoções fortes. A psiquiatra Ana Cecília  Marques, presidente da Associação Brasileira do Estudo de Álcool e Drogas,  defende uma ação firme nesse momento. “Os pais devem assumir o seu papel e não  deixar que os jovens fumem ou bebam”, diz.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236104360178256.jpg"><img title="Revista ISTOÉ" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236104360178256.jpg" alt="Revista ISTOÉ" width="500" height="492" /></a><p class="wp-caption-text">Revista ISTOÉ</p></div>
<p>O caminho para enfrentar essa questão é o diálogo. No Colégio Peretz, em São  Paulo, a estratégia de conversar longamente sobre os riscos do consumo de álcool  e drogas existe há dez anos. “A proposta é acompanhar os jovens e esclarecer as  dúvidas que surgem durante esse período”, diz Evelina Holender, coordenadora do  projeto.<br />
A busca de emoções e o desejo de ser aceito e admirado pelos  outros – duas características do adolescente – podem se converter numa mistura  explosiva. O psicólogo Steinberg demonstrou claramente esse mecanismo com o  auxílio de um jogo de videogame cuja proposta era dirigir um carro pela cidade  no menor tempo possível. No percurso, os sinais mudavam de verde para amarelo  quando o carrinho se aproximava. Se o competidor cruzasse o sinal antes de ele  ficar vermelho, ganhava pontos. Se ficasse no meio da pista ou na faixa,  perdiam-se muitos pontos. Ao disputarem os jogos a sós em uma sala, os jovens  assumiram riscos na mesma proporção que os adultos. Mas com a presença de um ou  mais amigos no ambiente houve mudança nos resultados. “Nessa circunstância, os  adolescentes correram o dobro dos riscos dos adultos”, observou o  pesquisador.</p>
<p>O papel do grupo na adolescência também está sendo  examinado. “Por volta dos 15 anos, registra-se o pico de atividade dos  neurônios-espelho, células ativadas pela observação do comportamento de outras  pessoas e que levam à sua repetição”, diz o neurologista Erasmo Barbante  Casella, do Hospital Albert Einstein e do Instituto da Criança da Universidade  de São Paulo. Esse é um dos motivos pelos quais os jovens adotam gestos e roupas  similares. Além disso, há a grande necessidade de ser aceito pelos amigos e o  peso terrível da rejeição. “É uma fase na qual a identidade não está  absolutamente constituída, e o grupo acaba sendo o meio para experimentar e  também uma lente pela qual o adolescente lê o mundo”, diz a psicóloga Joana  Novaes, da PUC-Rio de Janeiro. Estudos apontam que há também uma grande  quantidade de oxitocina, hormônio relacionado às ligações sociais e formação de  vínculos, circulando no organismo, o que favoreceria a tendência de andar em  turma.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236050593816919.jpg"><img class=" " title="Revista ISTOÉ" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236050593816919.jpg" alt="Revista ISOTÉ" width="540" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Revista ISTOÉ</p></div>
<p>Afora o prazer de correr perigo e dos altos e baixos humorais, a adolescência  pode ser vista como uma fase de altíssima resiliência, que é a capacidade de se  adaptar e sobreviver às dificuldades. Mas há desvantagens. O lado complicado é  que o adolescente que passa por tantas transformações está mais vulnerável ao  aparecimento de alterações como depressão, ansiedade e transtornos alimentares  como a anorexia e a bulimia. Na semana passada, um estudo do NIMH feito com 10  mil jovens com idades entre 13 e 18 anos revelou que 12% apresentavam sintomas  de fobia social, um transtorno de ansiedade que afasta os jovens do convívio. No  estudo, 5% dos jovens confundiam os sintomas da alteração com timidez.</p>
<p>Ainda não se sabe qual é o impacto do grande volume de novas informações  na conduta prática adotada por pais e profissionais ligados aos jovens, como  professores e psicólogos. Mas já existem algumas mudanças em curso. Com base em  algumas das descobertas, no Hospital Israelita Albert Einstein e no Instituto da  Criança, por exemplo, Casella procura orientar os pais a prestar mais atenção às  companhias dos filhos. “Existe realmente uma tendência a copiar comportamentos.  E os pais precisam interferir nisso”, diz o especialista.</p>
<p>É sabido  também que o universo de possibilidades do cérebro adolescente será mais amplo  se a criança tiver recebido suporte emocional e familiar, boa alimentação e  acesso à educação. “Como na construção de uma casa, o resultado é melhor quando  se tem bons alicerces. Por isso é importante estar atento ao desenvolvimento  infantil”, disse à ISTOÉ o pediatra Jack Scho­noff, diretor do Centro de  Desenvolvimento Infantil da Universidade de Harvard (EUA). Quem passou por  carências também tem uma espécie de segunda chance para acertar o passo do  desenvolvimento na adolescência, embora com limitações. “Não é possível voltar  atrás, mas dar os estímulos adequados ao adolescente irá ajudá-lo a chegar mais  perto do seu potencial máximo”, disse Schonoff. Na semana passada, o  especialista veio ao Brasil para lançar uma parceria com a Fundação Maria  Cecília Souto Vidigal, envolvida em iniciativas para o desenvolvimento integral  da criança.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9235805692626831.jpg"><img title="Revista ISTOÉ" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9235805692626831.jpg" alt="Revista ISTOÉ" width="500" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Revista ISTOÉ</p></div>
<p>Por mais que as crises se sucedam, se uma boa comunicação tiver sido cultivada  ano após ano, haverá maior proximidade entre pais e filhos. “A crise é um sinal  de saúde. O adolescente deve contestar e confrontar os pais, porque isso faz  parte da reformulação pela qual ele está passando”, diz a psicanalista da  infância Ana Maria Brayner Iencarelli, do Rio de Janeiro. Outra opção que se tem  mostrado eficiente para auxiliar os adolescentes a atravessar esse período da  vida são cursos que orientam sobre como criar coletivamente, planejar um evento,  montar um show ou criar um blog, por exemplo. Não é por acaso que iniciativas  estão se popularizando mundialmente. Pesquisas da Universidade de Illinois, nos  Estados Unidos, referendam essa diretriz. “Adolescentes engajados em atividades  que exigem criatividade aprendem a planejar e lidar com situações inesperadas”,  diz Reed Larson, professor do departamento de Desenvolvimento Humano e  Comunitário da universidade americana.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 530px"><a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236715940077814.jpg"><img class="  " title="Revista ISTOÉ" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236715940077814.jpg" alt="Revista ISTOÉ" width="520" height="971" /></a><p class="wp-caption-text">Revista ISTOÉ</p></div>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 530px"><a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236291477938478.jpg"><img class="  " title="Revista ISTOÉ" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236291477938478.jpg" alt="Revista ISTOÉ" width="520" height="697" /></a><p class="wp-caption-text">Revista ISTOÉ</p></div>
<p>Fonte: Revista ISTOÉ</p>
<p>http://www.istoe.com.br/reportagens/170256_AS+REVELACOES+SOBRE+O+CEREBRO+ADOLESCENTE?pathImagens=&#038;path=&#038;actualArea=internalPage</p>
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		<title>Videogames aumentam criatividade. Internet e celulares não</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 17:22:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meninos e meninas que jogam videogames tendem a ser mais criativos, independentemente de os jogos serem violentos ou não-violentos. Esta é a conclusão de uma pesquisa inédita feita pela equipe da Dra. Linda Jackson, da Universidade do Estado de Michigan (EUA). O estudo, envolvendo quase 500 crianças com 12 anos de idade, revelou que, quanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.anglosaojose.com.br/ensinomedio/blog/escoladepais/wp-content/uploads/2011/11/video-games.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-245" title="video-games" src="http://www.anglosaojose.com.br/ensinomedio/blog/escoladepais/wp-content/uploads/2011/11/video-games.jpg" alt="" width="328" height="209" /></a></p>
<p>Meninos e meninas que jogam videogames tendem a ser mais criativos,  independentemente de os jogos serem violentos ou não-violentos.</p>
<p>Esta é a conclusão de uma pesquisa inédita feita pela equipe da Dra. Linda  Jackson, da Universidade do Estado de Michigan (EUA).</p>
<p>O estudo, envolvendo quase 500 crianças com 12 anos de idade, revelou que,  quanto mais as crianças jogam videogame, mais criativas elas são em tarefas como  desenhar e escrever histórias.</p>
<p>Em contraste, o uso de telefones celulares, internet ou computadores (que não  seja para jogos de vídeo) não revelou nenhuma relação com a criatividade.</p>
<h2><strong>Educação e o entretenimento</strong></h2>
<p>Linda Jackson afirma que o estudo é a primeira demonstração baseada em  evidências de uma relação entre o uso da tecnologia e a criatividade.</p>
<p>Ela espera que suas descobertas possam motivar novas pesquisas para  identificar os aspectos da atividade dos jogos eletrônicos que são responsáveis  pelos efeitos criativos.</p>
<p>&#8220;Uma vez feito isto, os jogos eletrônicos poderão ser projetados para  otimizar o desenvolvimento da criatividade, sem perder seus valores de  entretenimento, criando uma nova geração de videogames que vai tornar mais tênue  a distinção entre educação e o entretenimento,&#8221; disse a pesquisadora.</p>
<h2><strong>Brincar criativo</strong></h2>
<p>No geral, o estudo descobriu que os meninos jogam mais videogame do que as  meninas, e que os meninos preferem jogos de violência e esportes, enquanto as  meninas preferem jogos que envolvam interação com os outros (humanos ou  não-humanos).</p>
<p>No entanto, independentemente de gênero, raça ou tipo de jogo jogado, jogar  videogame foi a única tecnologia que se mostrou associada com uma maior  criatividade entre os adolescentes.</p>
<p>Fonte: Diário da Saúde</p>
<p>http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=videogames-aumentam-criatividade&#038;id=7105</p>
<p><script type="text/javascript"></script></p>
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		<title>QI pode aumentar ou diminuir durante a adolescência, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 16:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Londres, 19 out (EFE). &#8211; O Quociente de Inteligência (QI) das pessoas pode aumentar ou diminuir significativamente ao longo da adolescência, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira pela revista científica &#8220;Nature&#8221;. O QI é uma medição padronizada sobre a habilidade cognitiva das pessoas e sua capacidade para aprender que se utiliza, entre outros objetivos, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Londres, 19 out (EFE). &#8211; O Quociente de Inteligência (QI) das pessoas pode  aumentar ou diminuir significativamente ao longo da adolescência, segundo um  estudo publicado nesta quarta-feira pela revista científica &#8220;Nature&#8221;.</p>
<p>O  QI é uma medição padronizada sobre a habilidade cognitiva das pessoas e sua  capacidade para aprender que se utiliza, entre outros objetivos, para prever  conquistas educacionais e perspectivas trabalhistas futuras.</p>
<p>Até agora se  pensava que era uma capacidade estável, mas este estudo demonstra que existe a  possibilidade de ocorrer uma variação considerável do QI.</p>
<p>A professora  Cathy Price e sua equipe do University College de Londres fizeram uma avaliação  com 33 adolescentes saudáveis em 2004 quando tinham entre 12 e 16 anos, e  repetiu as provas quatro anos mais tarde.</p>
<p>Nos dois casos, os adolescentes  foram avaliados através de testes e ressonâncias cerebrais. O estudo constatou  que, entre 2004 e 2008, o QI tinha aumentado ou diminuído de maneira  significativa em alguns deles.</p>
<p>Alguns jovens tinham melhorado sua atuação  em até 20 pontos na escala padrão de medição da inteligência e, em outros, no  entanto, tinha diminuído na mesma proporção.</p>
<p>O estudo calculou o QI  verbal de cada um dos adolescentes, que incluía medição da linguagem,  aritmética, conhecimento geral e de memória, e também sua inteligência não  verbal, mediante a identificação de elementos desaparecidos em uma imagem ou a  resolução de um quebra-cabeça visual, entre outras provas.</p>
<p>Além disso, os  pesquisadores analisaram as ressonâncias magnéticas realizadas para ver se  também houve mudanças significativas no cérebro, e concluíram que a relação era  clara.</p>
<p>Um aumento da inteligência verbal estaria relacionado com o  aumento da massa cinzenta em uma área do hemisfério cerebral dominante, que é  ativada com a linguagem articulada.</p>
<p>Já uma maior capacidade não verbal se  relaciona a um aumento da densidade da massa cinzenta no interior do cerebelo,  que está associado ao movimento das mãos.</p>
<p>Os pesquisadores também  concluíram que um aumento da inteligência verbal não se corresponde com o da não  verbal.</p>
<p>De acordo com a professora Price, não está claro por que o QI  aumenta ou diminui tanto em algumas pessoas e, embora possa depender de uma  capacidade tardia ou precoce de aprendizagem, não se descarta que a educação do  adolescente tenha um papel determinante.</p>
<p>Fonte: UOL Notícias</p>
<p>http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/10/19/qi-pode-aumentar-ou-diminuir-durante-a-adolescencia-diz-estudo.jhtm</p>
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		<title>Mãe, TV e sexo têm resultados diferentes para jovens</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 16:33:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Síndrome de Pink Floyd? A relação de um adolescente com sua mãe pode protegê-lo dos efeitos negativos que a televisão tem sobre suas atitudes sexuais? Isso depende do sexo do adolescente, segundo um novo estudo realizado por Laura Vandenbosch e Steven Eggermont, da Universidade Católica de Leuven, na Bélgica. Para as meninas, um bom relacionamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Síndrome de Pink Floyd?</strong></h2>
<p>A relação de um adolescente com sua mãe pode protegê-lo dos efeitos negativos  que a televisão tem sobre suas atitudes sexuais?</p>
<p>Isso depende do sexo do adolescente, segundo um novo estudo realizado por  Laura Vandenbosch e Steven Eggermont, da Universidade Católica de Leuven, na  Bélgica.</p>
<p>Para as meninas, um bom relacionamento com a mãe é um fator protetor.</p>
<p>Para os meninos, no entanto, um forte apego à mãe aumenta a probabilidade de  que eles vão ter atitudes sexuais estereotipadas, como retratado na  televisão.</p>
<p>Para eles, parece que a música <em>Mother</em>, de Pink Floyd, tem um sentido  bem real.</p>
<h2><strong>Mãe, TV e sexo</strong></h2>
<p>Pesquisas têm mostrado que as mães de adolescentes socializam seus filhos  para a responsabilidade sexual e para suas atitudes sexuais mais  importantes.</p>
<p>Vandenbosch e Eggermont queriam ver se o apego materno pode amortecer o  efeito negativo dos estereótipos mostrados pela televisão sobre as atitudes  sexuais dos adolescentes e, mais especificamente, se o apego materno tem o mesmo  efeito para meninos e meninas.</p>
<p>Como previsto, quanto mais assistem televisão, mais os meninos assumem uma  atitude sexual &#8220;recreacional&#8221; e concordam com os estereótipos relacionados às  necessidades e à dominância dos machos.</p>
<p>Mas, quando as influências de assistir TV e do apego maternal foram  combinados, o apego materno tem um efeito diferente sobre a relação entre ver  televisão e as atitudes sexuais de meninos e meninas.</p>
<h2><strong>Amortecedor e acelerador</strong></h2>
<p>Por um lado, o apego à mãe funciona como um amortecedor contra os efeitos da  televisão entre as meninas.</p>
<p>As garotas mais firmemente ligadas às suas mães parecem ser menos suscetíveis  à influência negativa da televisão em atitudes como ver o sexo como recreação e  às atitudes perante a obsessão sexual masculina.</p>
<p>Por outro lado, os meninos com forte ligação com suas mães são mais  suscetíveis à influência negativa da televisão sobre essas mesmas atitudes &#8211;  para eles, sexo é recreação e eles são machos, no sentido mais estereotipado do  termo.</p>
<p>Ou seja, o efeito do apego às mães sobre os meninos e as meninas são  exatamente opostos em relação aos estereótipos sexuais aprendidos na TV.</p>
<p>Fonte: Diário da Saúde</p>
<p>http://sciencetolife.com.br/news.php?article=mae-tv-sexo&#038;id=7049</p>
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